Não editado em Portugal.
Opinião:
O título deste segundo volume da trilogia Chaos Walking, iniciada com The Knife of Never Letting Go, assenta de maneira perfeita ao seu conteúdo: não só está relacionado de forma literal com o argumento, como é uma metáfora para os sentimentos que trespassam as suas personagens e os seus leitores. Este é um livro que assenta fundamentalmente na dúvida, na capacidade de saber distinguir o que é verdade do que é falso por trás das aparências.
Ao contrário do primeiro volume, esta sequela tem menos acção no sentido em que não é tanto uma road trip, sendo, no entanto, mais interessante uma vez que a história passa a ser narrada sob o ponto de vista de duas personagens em situações distintas, situações essas que contribuem notoriamente para o seu crescimento. Todd está, aliás, longe de ser perfeito: como acontece a qualquer ser humano, nem sempre toma as decisões mais acertadas e chega a ser um tanto influenciável. A própria escrita dos POVs difere consoante a caracterização das respectivas personagens.
Todavia, não é só no nosso protagonista que isto se verifica: a evolução de outras personagens secundárias consegue verdadeiramente surpreender o leitor. Acreditem quando digo que conseguirão sentir uma certa empatia por uma dada personagem que ao início poderia parecer impossível...
À semelhança do anterior, o segundo volume termina novamente em cliffhanger e, desta vez, as suas dimensões são mais amplas.
Concluindo, gostei de The Knife of Never Letting Go, mas The Ask and the Answer foi ainda melhor! Mal posso esperar por pegar em Monsters of Men, o volume que conclui esta trilogia... Uma coisa é certa: o potencial de vir a tornar-se uma das minhas favoritas aumenta a olhos vistos. Se gostam de distopias e ainda não começaram a lê-la, do que é que estão à espera?
Classificação: 5/5
Ao contrário do primeiro volume, esta sequela tem menos acção no sentido em que não é tanto uma road trip, sendo, no entanto, mais interessante uma vez que a história passa a ser narrada sob o ponto de vista de duas personagens em situações distintas, situações essas que contribuem notoriamente para o seu crescimento. Todd está, aliás, longe de ser perfeito: como acontece a qualquer ser humano, nem sempre toma as decisões mais acertadas e chega a ser um tanto influenciável. A própria escrita dos POVs difere consoante a caracterização das respectivas personagens.
Todavia, não é só no nosso protagonista que isto se verifica: a evolução de outras personagens secundárias consegue verdadeiramente surpreender o leitor. Acreditem quando digo que conseguirão sentir uma certa empatia por uma dada personagem que ao início poderia parecer impossível...
À semelhança do anterior, o segundo volume termina novamente em cliffhanger e, desta vez, as suas dimensões são mais amplas.
Concluindo, gostei de The Knife of Never Letting Go, mas The Ask and the Answer foi ainda melhor! Mal posso esperar por pegar em Monsters of Men, o volume que conclui esta trilogia... Uma coisa é certa: o potencial de vir a tornar-se uma das minhas favoritas aumenta a olhos vistos. Se gostam de distopias e ainda não começaram a lê-la, do que é que estão à espera?
Classificação: 5/5
























































