quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Quando a onda, soldada efémera
vinda do fundo do mar,
jaz moribunda sobre a rocha que atacou,
pensará ela na decisão que tomou?

Ou, pelo contrário, terá sido enganada e humilhada,
empurrada pelas três pontas de Neptuno?

Tomara ela, coitada, conhecer o seu destino,
o fim do cruel caminho,
assim tão bem como o início...

A pena acaso terá valido,
ou em vão terás caido, derramando o teu sal sobre o inimigo?

Morre, pequena, morre...

Finda aos poucos na corrente
e reune-te às águas do passado.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ninguém pode ser indiferente a esse desporto que move massas que é o futebol. Se não souberes dos últimos resultados dos jogos ou mesmo quem é o fulano tal que marcou tantos golos, é certo que ficas automaticamente habilitado a passar momentos a apanhar do ar, a ver o tempo passar enquanto um grupo troca impressões eufóricas sobre a última disputa. Existe sempre alguém que te irá dar mentalmente um rótulo após responderes que "não, não tenho nenhuma equipa preferida, não ligo muito ao futebol".

Todavia, no que se refere a conhecimentos básicos, o caso já muda de figura, claro. Aliás, se uma revista fizer uma vídeo reportagem sobre cultura geral a alguns estudantes do Ensino Superior, com questões tão simples como quem pintou a Mona Lisa ou o tecto da Capela Sistina, qual é a capital dos Estados Unidos ou o seu actual presidente, ou ainda qual é a fórmula química da água, os responsáveis serão condenados porque só mostraram as respostas erradas. E já vão com sorte se não tiverem que pagar também uma indemenização às vítimas que viram o seu nome manchado. Vá lá que graças a Deus estas estão dispostas a perdoá-los e a seguir em frente como antes.
Afinal, o objectivo da reportagem era acalmar a sociedade mostrando-lhe que dentro da Casa dos Degredos se encontra a única pessoa do país que pensa que a África é um país da América do Sul, certo?
Por outro lado, acredito que alguns dos entrevistados não tenham ido sequer verificar depois as respostas correctas. Para quê? O mini-quiz já passou...

Este é o tipo de ignorância à qual penso que o título da reportagem alude e que é mais preocupante: a ignorância, não de não saber, mas de não querer saber...
O certo é que a cultura geral é um factor que pode ser limitante, o que se pode revelar um grande impedimento nos dias que correm...

EDITADO: Se a revista Sábado pode ser acusada de mau jornalismo é porque apenas mostrou as respostas erradas e generalizou um universo inteiro de estudantes a partir de uma pequena amostra. Nisso estou de acordo.
Contudo penso que o mais preocupante aqui é o facto de que as reacções a esta reportagem tenham sido, na sua maioria, críticas aos jornalistas, sem pensar: "Ei, talvez o vídeo não esteja totalmente bem construído e o título não seja correcto, mas as pessoas que deram várias respostas erradas não são realmente algo incultas?". Porque não consigo perceber como é que alguém que chega ao Ensino Superior não sabe que a fórmula química da água é H2O (uma das entrevistadas até se desculpa a dizer que não teve nada disso no 10ºano...) ou pensa que a capital de Itália é Milão ou Veneza... É que são perguntas mesmo muito básicas...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pondo de lado o Bieber (-_-'), a letra e o vídeo não são um bocado, não sei, contraditórios?
Quer dizer, cantar:
"I don't want a lot for Christmas,
There is just one thing I need;
I don't care about the presents
Underneath the Christmas tree"

ao mesmo tempo que eles próprios compram tudo e mais alguma coisa num shopping... :S


while(true){

     acordar();
     tomar_pequeno_almoço();
     sair_para_faculdade();
     aulas();
     almoçar();
     aulas();
     regressar_a_casa();
     fazer_trabalhos_e_relacionados();
     jantar();
     if ( ainda_há_trabalhos ) fazer_trabalhos_e_relacionados();
    dormir();

}

sábado, 26 de novembro de 2011

Criei um outro blog, o Miscelâneas Misturadas, que servirá como um local onde irei partilhando vídeos, imagens, artigos, músicas... bem, o que surgir e ache que quero partilhar! Do género da opção que existe no Facebook...
Sintam-se livres de visitá-lo! :)

domingo, 20 de novembro de 2011

Na sequência do resultado das eleições na Espanha, vêm-me à memória as seguintes palavras pronunciadas por José Saramago há alguns anos atrás:


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A cada dia que vou deixando atrás no tempo, a minha mente entra em mutação: o certo passa a ser incerto, os gostos alteram-se, as minhas ideias sobre o mundo modificam-se um pouco, a maneira de pensar passa a ter em conta outros factores até então invisíveis...
Dou por mim a verificar que o que fora um conceito definido desde há muito, preto sobre o branco, permuta em várias cores, transforma-se num cinzento intermédio, qual complexa realidade.

Eis o motivo pelo que aprendi a nunca dizer nunca.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

As folhas deixaram de resistir
Ao forte vento que balanceia feroz os ramos,
Lágrimas geladas em suicidio desde o céu,
Cinzentas nuvens de Outono.


Alguns partem em refugio,
Outros abrigam-se nas esquinas sem tecto.
Alguns detêm o direito ao calor,
Outros o dever de um lugar ao relento.

domingo, 2 de outubro de 2011

Decidi publicar aqui esta novidade (que já tem algumas semanas) para os possíveis interessados que ainda a desconhecem:


"O surpreendente romance inédito de Saramago, um primeiro livro para fechar um círculo perfeito.

A meio deste mês de Outubro [dia 17] será publicado, em Portugal e no Brasil, Claraboia, o romance que José Saramago escreveu antes de entrar num tempo de silêncio que durou quase 20 anos, e que, de alguma maneira, teve a sua origem na falta de respeito com que o autor se sentiu tratado. José Saramago, com 30 anos recém cumpridos, entregou o que supunha vir a ser o seu segundo romance a um amigo, com relações editoriais, que se encarregou de levá-lo a uma editora portuguesa. Que nunca o editou, decisão que Saramago poderia aceitar, mas nunca daquela forma, durante meses e anos não lhe responderam e, para além disso, não devolveram o original. Foi assim até quarenta anos depois, quando recebeu a insólita notícia de que “numa mudança de instalações se havia encontrado um manuscrito e que estariam muito interessados em publicar”. Saramago agradeceu a oferta mas, disse, já não é o momento, já passaram muitos anos. E não quis ver publicada Claraboia em vida, ainda que tenha deixado escrito que os que lhe sobrevivessem poderia fazer o que pensassem conveniente.

E o conveniente é conhecer o primeiro Saramago, o que já era um grande escritor ainda que os meios de comunicação não falassem dele e as editoras recusassem os seus originais. A partir de Outubro, todos os leitores em português terão a possibilidade de desfrutar deste presente, desta pequena e madura jóia. Outros idiomas terão de esperar, ainda que talvez na primavera os leitores em castelhano, catalão e italiano, possam ter oportunidade de ter este livro de Saramago nas mãos, para aumentar a sua bagagem, para disfrutar com a grande literatura.

O Caderno de Saramago junta-se à iniciativa da publicação e cada dia deste mês publicará pequenos fragmentos. Como se de um puzzle se tratasse, sem contar a história que Claraboia narra, simplesmente como forma de estar, para apreciar as palavras, para permitir uma aproximação a um pensamento que já era brilhante e oportuno. E para conhecer a firmeza do seu pulso narrativo, a capacidade de criar personagens, de gozar da beleza da literatura e da vida.

A todos os leitores de Saramago, felicidades por este novo livro. Que foi escrito nos primeiros anos da década de 1950 para ser lido exactamente agora."

in Fundação José Saramago


Por outro lado, os que já aderiram ao ebook já podem ter acesso a esta obra em formato digital pela quantia de 9,46 euros, a partir daqui (onde também podem ler um excerto).

Segue-se a sinopse:

A acção do romance localiza-se em Lisboa em meados do século XX. Num prédio existente numa zona popular não identificada de Lisboa vivem seis famílias: um sapateiro com a respectiva mulher e um caixeiro-viajante casado com uma galega e o respectivo filho – nos dois apartamentos do rés do chão; um empregado da tipografia de um jornal e a respectiva mulher e uma “mulher por conta” no 1º andar; uma família de quatro mulheres (duas irmãs e as duas filhas de uma delas) e, em frente, no 2º andar, um empregado de escritório a mulher e a respectiva filha no início da idade adulta.

O romance começa com uma conversa matinal entre o sapateiro do rés do chão, Silvestre, e a mulher, Mariana, sobre se lhes seria conveniente e útil alugar um quarto que têm livre para daí obter algum rendimento. A conversa decorre, o dia vai nascendo, a vida no prédio recomeça e o romance avança revelando ao leitor as vidas daquelas seis famílias da pequena burguesia lisboeta: os seus dramas pessoais e familiares, a estreiteza das suas vidas, as suas frustrações e pequenas misérias, materiais e morais.

O quarto do sapateiro acaba alugado a Abel Nogueira, personagem para o qual Saramago transpõe o seu debate – debate que 30 anos depois viria a ser o tema central do romance O Ano da Morte de Ricardo Reis – com Fernando Pessoa: Podemos manter-nos alheios ao mundo que nos rodeia? Não teremos o dever de intervir no mundo porque somos dele parte integrante?

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Por meio da Leitora da Atmosfera dos livros, fiquei a conhecer este questionário literário, o qual decidi partilhar e responder.

1 - Existe um livro que lerias e relerias várias vezes?
Sou grande fã da saga "Harry Potter", portanto os seus livros é uma resposta óbvia. Outros? Talvez os de Dan Brown...

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
Que eu me lembre não. Mas houve sim pelo menos um do qual desisti e nunca mais mexi: "Jim, o Sortudo" de Kingsley Amis. Não fui capaz de chegar a metade do livro...

3 - Se escolhesses um livro para ler para o resto da tua vida, qual seria ele?
Mais uma vez, "Harry Potter" xD

4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
Gostava de ler, por curiosidade, "O Senhor dos Anéis". Todavia, a leitura d"O Hobbit" não me satisfez o suficiente, pois pareceu-me que a acção desenrolou-se muito lentamente, com descrições dos detalhes muito extensas. E como não gosto muito dos filmes...

5- Que livro leste cuja 'cena final' jamais conseguiste esquecer?
"Memorial do Convento" e "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (José Saramago), "O Retrato de Dorian Gray" (Oscar Wilde) e "As Dez Figuras Negras" (Agatha Christie).

6- Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
Até a leitura de "Harry Potter e a Pedra Filosofal", pouco tempo após a estreia do filme, os livros só serviam para acumular pó nas estantes. Não gostava de ler, simplesmente. Foi esta saga que me abriu os horizontes, aquela que me fez adquirir hábitos de leitura.

7. Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
Nas raras ocasiões que me emprestam um livro, leio-o até o fim, por mais chato que me possa parecer. No entanto, fora esses casos, existem alguns que servem de resposta a esta questão: "Amanhecer" (Stephenie Meyer), por ser o último da saga, e "Os Maias" (Eça de Queirós), por ser de leitura obrigatória no 11ºano - sim, enchi-me de vontade e li-o até ao fim...

8. Indica alguns dos teus livros preferidos.
Saga "Harry Potter", "Os Pilares da Terra" (Ken Follett), saga "As Crónicas de Gelo e Fogo" (George R. R. Martin), "Os Homens Que Odeiam as Mulheres (Stieg Larsson), "Ensaio Sobre a Cegueira" (José Saramago), "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (José Saramago), "Anjos e Demónios" (Dan Brown), "As Dez Figuras Negras" (Agatha Christie)...

9. Que livro estás a ler neste momento?
"A Profecia de Istambul", de Alberto S. Santos.

10. Indica dez amigos para o Meme Literário:
Podes ser tu, se quiseres ;)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"You say that you love rain, but you open your umbrella when it rains.
You say that you love the sun, but you find a shadow spot when the sun shines.
You say that you love the wind, but you close your windows when wind blows.
This is why I am afraid, you say that you love me too."

William Shakespeare

domingo, 7 de agosto de 2011

Triste fado o do som que se levanta sem ser ouvido,
Um sussurro que o vento em fúria atenua e finda,
Pegadas no areal que as ondas do mar apagam ao esquecimento.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

10 anos depois, esse jovem já não tem 9 anos, tem 19...

Termina hoje a saga cujos livros e filmes aguardei com tanto fervor, entusiasmo e emoção.
Termina hoje a saga que me fez viajar, por momentos, para além do mundo real.
Termina hoje a saga que me concebeu o gosto pela leitura e pela escrita.
Termina hoje a saga que me fez conhecer novas pessoas.
Termina hoje uma caminhada de dez anos ao lado de personagens impossíveis de esquecer.

Mas hoje começa um novo capítulo: aquele em que Hogwarts e os seus estudantes, professores e até inimigos ficam definitivamente e para sempre com um espaço reservado na nossa memória e no nosso coração.

"Hogwarts will always be there to welcome you home."

quarta-feira, 13 de julho de 2011

30 de Novembro de 2001.

Um pequenote de apenas 9 anos feitos segue, como é o hábito do dia-a-dia, para a escola, onde pouco a pouco vai dando os primeiros passos na sua aprendizagem. Contudo, os 60 minutos do intervalo são aqueles que mais aguarda para estar na companhia dos amigos, para falar e brincar, trocar cromos de uma das colecções da Panini ou mesmo os tazos dos Pokémon que tem repetidos. Todavia, nessa tarde, existe um tema que se parece difundir por todos os cantos e paredes, algo acerca do qual todos estão a falar: um filme cujos livros estão a ter muito sucesso em todo o mundo, sobre um rapaz órfão e uma escola de magia... O título? "Harry Potter e a Pedra Filosofal".

No início do fim-de-semana, convence os pais a leva-lo ao cinema. Porém, uma multidão organizada em filas ocupa todo o piso da bilheteira, atingindo as escadas e parte do rés-do-chão, centenas de pessoas impacientes à espera da sua vez para comprar os seus bilhetes. Nas paredes vêm-se gigantescos pósters em tons de azul das personagens principais: um rapaz com óculos cujo nome dá título ao filme, uma rapariga com livros nos braços e um jovem ruivo, uma bruxa de vestes verdes-esmeraldas com o característico chapéu de bico na cabeça, um homem forte de casaco castanho, outro de rosto sombrio cujo cabelos oleosos são tão negros quanto a sua túnica e, por último, um sábio feiticeiro que lembra Merlin, com as suas longas barbas brancas e os seus óculos de meia-lua. Felizmente (e por pouco), ainda consegue obter bilhetes para uma das sessões do dia seguinte.

Assim sendo, por fim, no Domingo dia 2 de Dezembro à tarde, essa criança de 9 anos senta-se numa das muitas cadeiras da sala, olhos virados para o grande ecrã.

As luzes apagam-se.

Uma suave melodia começa a ouvir-se.

A magia vai começar.

O início de uma década.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

5.
«Of course it is happening inside your head, Harry, but why on earth should that mean that it is not real?»

4.
«If you want to know what a man's like, take a good look at how he treats his inferiors, not his equals.»

3.
«After all, to the well-organized mind, death is but the next great adventure.»

2.
«It is our choices that show what we truly are, far more than our abilities.»

1.
«After all this time?»
«Always.»

sexta-feira, 8 de julho de 2011

5. Dumbledore VS. Voldemort (Ordem da Fénix)
4. Voldemort obtém a Varinha de Sabugeiro (Talismãs da Morte: Parte 1)
3. Devoradores da Morte atacam Londres (Príncipe Misterioso)
2. Harry VS. Voldemort (Cálice de Fogo)
1. Chegada a Hogwarts (Pedra Filosofal)

segunda-feira, 4 de julho de 2011




P.S.: Os vídeos não são da minha autoria.

quinta-feira, 23 de junho de 2011


Há apenas uma hora e meia, a J.K.Rowling anunciou no que consiste o seu novo projecto, cujo site é este:



"Treze anos após a publicação do primeiro livro de Harry Potter, ainda estou impressionada e encantada pela resposta que a história teve. Mesmo que o sétimo livro e o oitavo filme estejam concluídos, ainda recebo centenas de cartas todas as semanas e os fãs de Harry permanecem tão entusiasmados e criativos como sempre foram. Portanto gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer-vos, pois nenhum autor poderia ter pedido por uma comunidade de leitores mais maravilhosa, diversificada e leal.

Estou emocionada em dizer que agora posso-vos dar algo único. Uma experiência de leitura online diferente de qualquer outra. Chama-se Pottermore. É a mesma história, com algumas adições cruciais, a mais importante vocês. Tal como a experiência de ler necessita que a imaginação do autor e do leitor trabalhem juntas para criar a história, será o Pottermore que será construído, em parte, por vocês, leitores. A geração digital terá condições de usufruir de uma experiência online de leitura segura, única e construída em torno dos livros de Harry Potter. Pottermore será o lugar em que os fãs de qualquer idade poderão partilhar, participar e redescobrir as histórias. Também será o lugar exclusivo para comprar os audiobooks e, pela primeira vez, os eBooks da saga Harry Potter.

Também eu estarei envolvida, pois partilharei informações adicionais que estive a guardar durante anos sobre o mundo de Harry Potter.

Pottermore estará aberto a todos a partir de Outubro, mas poucos sortudos poderão entrar mais cedo e ajudar a moldar a experiência. Simplesmente siga a coruja. Boa sorte!"

Ainda no comunicado de imprensa é possível ler o seguinte:

"No novo site, a história será trazida à vida com novas ilustrações e 'Momentos' interactivos com os quais será possível navegar, começando pelo primeiro livro, "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Ao entrares, escolhes o teu username mágico e inicias a experiência.
À medida que te moves pelos capítulos, podes ler e partilhar escritos exclusivos da J.K.Rowling e, tal como o Harry, também tu podes fazer parte de Hogwarts. Poderás visitar a Diagon Alley, ser escolhido para uma equipa de Hogwarts, lançar feitiços e misturar poções para ajudar a tua equipa na competição pela Taça da Equipa.
Numa conferência de imprensa no Victoria & Albert Museum em Londres, Rowling revelou algumas chaves-extras do site. Num anúncio que irá entusiasmar os fãs, descreveu como trouxe à vida a partir dos livros as experiências do Chapéu Seleccionador e do Ollivanders para o Pottermore, revelando as questões perguntadas pelo Chapéu (que coloca os novos estudantes nas equipas de Hogwarts consoante as suas características) e a magia por trás da Escolha da Varinha (que encontra a varinha mais adequada para cada utilizador, com mais de 33 mil combinações possíveis). Ela também revelou pistas das novas informações relativas a algumas das personagens mais amadas."

Seguem-se por fim algumas imagens do que está por vir:





terça-feira, 21 de junho de 2011

"(...) Não vou dizer que fracassar é divertido. Esse período da minha vida foi muito obscuro. (...)

Mas então porquê falo dos benefícios do fracasso? Simplesmente porque fracassar significa despir-se do supérfluo. Deixei de fazer de conta a mim própria que era outra pessoa diferente de mim mesma, e passei a direccionar toda a minha energia na conclusão do único trabalho que me era importante. Tivesse eu tido êxito em qualquer outra coisa e talvez nunca tivesse encontrado a determinação em ser bem sucedida na área a que acreditava pertencer realmente. Fui colocada em liberdade, porque o meu maior medo tinha-se concretizado e continuava viva (...). E assim o fundo do poço tornou-se numa base sólida na qual reconstrui a minha vida.

Poderás nunca falhar na escala em que eu o fiz, mas alguma derrota na vida é inevitável. É impossível viver sem falhar em qualquer coisa, a não ser que se viva com tamanha precaução que faça com que não se esteja a viver realmente, o que constitui em qualquer caso um fracasso. (...)"

J.K. Rowling, no seu discurso de formatura em Harvard (2008)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Quando a Lady Gaga lançou o single "Born This Way (homónimo ao álbum), publiquei aqui a minha primeira impressão, que, como talvez tenham lido, não foi tão favorável como gostaria...
No entanto, passado um par de meses, a minha opinião mudou em certos aspectos, na medida em que já não me é assim tão estranha. Como disse na altura, é capaz de ter sido pelo facto de estar à espera de algo mais acústico, o que veio a ser confirmado pela The Country Road Version, da qual gosto particularmente mais.

Todavia, agora que adquiri e ouvi todas as faixas do cd, posso estar satisfeito, já que não me desiludiu. Obviamente tenho as minhas músicas preferidas. São elas:

5. Bad Kids

4. Bloody Mary

3. Judas

2. The Edge of Glory

1. You and I


E vocês, já ouviram o álbum? O que acharam?

Já agora, aqui fica também para ouvirem Born This Way (The Country Road Version):

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Aproveitando a minha mudança para Lisboa, este ano fui, pela primeira vez, à Feira do Livro...
Ainda bem que acaba já neste fim-de-semana, porque, em apenas 3 visitas, levei para casa 11 livros, mais dois que foram de oferta!
É caso para dizer que a carteira está a sofrer... bastante!

Para os curiosos, cá estão:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Em seguimento do anúncio da morte de Bin Laden, o que não faltam por aí são comentários... e que comentários que são alguns deles!
Se há coisa que a minha cabeça não compreende é como é que algumas pessoas repreendem plenamente os Estados Unidos pelo facto de ter sido morto, e não capturado vivo, sem direito a um julgamento, como prevêem os Direitos Humanos...

Julgamento!? Direitos Humanos!? Que julgamento aguardaria ao maior terrorista das últimas duas décadas? Pior: que direito alegaria possuir o supremo responsável pela morte de milhões e milhões de inocentes em atentados, que os inibiu da Vida?

Não tenho nenhum problema em dizê-lo: fiquei muito satisfeito com este ponto final definitivo na sua vida. Valia muito mais morto do que vivo. Pelo menos pelas suas próprias mãos, morto já não faz mal a ninguém de certeza...

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