O teu corpo de mulher Anseio explorar, Minha doce amada, Silhueta sem igual.
Clamar aos quatro ventos O que sinto por ti! Da madrugada ao pôr-do-sol, Quero-vos, ó sim!
Grita! Liberta o teu disfarce! Abandona as aparências E deixa-te levar Pelos nossos sentimentos Genuinamente partilhados, Carícias, beijos apaixonados...
O peso do teu peito, O teu pescoço acariciar, E esses lábios vermelhos que eu sonho em beijar...
Serás minha, Serei teu. Ó amor, deixa-me parar de sonhar!
Não me interpretem mal, eu gosto das suas músicas, mas este "Born This Way" é uma completa desilusão... Além disso, é bastante semelhante ao "Express Yourself" da Madonna... Para quem ainda não tenha ouvido, está disponível aqui. Será que é um caso de "primeiro estranha-se, depois entranha-se"?
Agora quero é uma versão em acústico, que talvez assim seja melhor...
Se tinha ficado estupefacto pelo facto de, nos Globos de Ouro, "A Rede Social" ter ganho o prémio de Melhor Argumento e Melhor Realizador contra o "Inception", os Óscares deste ano parecem-me completamente surrealista... Aos olhos dos júris da Academia, Christopher Nolan não merece levar a estatueta que o consagraria como um dos melhores directores da actualidade...
(Por outro lado, uma parte de mim está super contente porque o Harry Potter está indicado a duas categorias: Melhor Direcção de Arte e Melhores Efeitos Especiais, embora tenha quase a certeza de que não irá receber nenhum dos dois prémios no final)
Antes de mais, espero que a vossa passagem de ano tenha sido do melhor possível e que 2011 vos traga sucessos, alegrias e o concretizar dos vossos objectivos e sonhos!
Sendo assim, segue-se o primeiro post do ano e o último TOP10 de 2010, desta vez dedicado aos momentos mais memoráveis que surgiram na minha vida durante os últimos 365 dias, mas por ordem cronológico (sem qualquer ordem de preferência):
1. 1ªViagem a Londres/18ºAniversário 2. Baile de Finalistas 3. Exames Nacionais e Candidatura ao Ensino Superior 4. Morte de José Saramago 5. Viagem a Veneza 6. Espanha, vencedora do Mundial 7. 2ªViagem a Londres 8. Entrada na Faculdade/Mudança para Lisboa 9. Estreia do novo filme do "Harry Potter" 10. Natal/Passagem de Ano
Ontem foram os filmes, agora são os livros... No total foram 39 (pouco mais do que o dobro em relação ao ano passado), mas eis as minhas leituras favoritas deste ano 2010:
10. O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde) 9. A Guerra dos Tronos (George R. R. Martin) 8. Os Últimos Dias dos Romanov (Robert Alexander) 7. Millennium III: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (Stieg Larson) 6. A Queda dos Gigantes (Ken Follett) 5. O Evangelho Segundo Jesus Cristo (José Saramago) 4. Um Mundo Sem Fim (Ken Follett) 3. James Potter and the Curse of the Gatekeeper (G. Norman Lippert) 2. Ensaio Sobre a Cegueira (José Saramago) 1. Os Pilares da Terra - vol.2 (Ken Follett)
Amanhã, primeiro dia do novo ano, publicarei, por fim, a lista dos 10 momentos mais memoráveis de 2010... Até lá, desejo a todos os visitantes deste blog BOAS ENTRADAS EM 2011!
Nas últimas horas deste ano 2010, que foi especialmente repleto de bons momentos e de mudanças importantes na minha vida, decidi fazer uma listagem dos 10 filmes que mais gostei de ver, dos 10 livros que mais gostei de ler e dos 10 momentos que mais gostei de viver nestes últimos 365 dias...
Hoje, é a vez do TOP10 de Cinema:
10. Shrek Para Sempre 9. Shutter Island 8. A Rede Social 7. Entrelaçados 6. Homem de Ferro 2 5. Alice no País das Maravilhas 4. Salt 3. Toy Story 3 2. A Origem 1. Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1
Desejo a todos os que regularmente passam por cá um Feliz Natal! Que este dia seja um dia memorável e repleto de felicidade e carinho entre aqueles que mais amam!
Acompanhado do frio, das diversas acções de solidariedade, dos presentes para as pessoas de quem mais gostamos, das decorações, o presépio e a árvore, assim como das melodias próprias da época, este ano conta, todavia, com uma novidade para mim: as saudades.
Não consigo evitar estar desejoso por voltar a estar aquecido pelo calor do meu lar, da minha família, durante duas semanas inteiras e não apenas um fim-de-semana rápido...
No passado dia 18 de Novembro chegou por fim o momento que há tanto tempo estava marcado no meu calendário (imaginam portanto o meu estado de espírito nessa manhã, na faculdade...), e, após três visualizações no grande ecrã, o penúltimo filme da saga, "Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1", revelou-se cada vez melhor, chegando a um patamar que, como fã, toca a excelência.
Obviamente, a decisão de dividir o livro em dois foi completamente acertada: não nego que o bolso da Warner Brothers não tenha tido influência, mas era um bem necessário para ser possível adaptá-lo fielmente.
Esta primeira parte, que representa o início do fim, salta logo à vista pela diferença em relação aos anteriores: o conforto e a segurança de Hogwarts já não existe, transpondo o trio para o mundo exterior, cheio de perigos e sem ninguém com quem contar. Aliás, não temos sequer qualquer relance do castelo ao longo das duas horas e meia que demora o filme!
No que se refere ao elenco juvenil, todos eles têm evoluído nas suas actuações mas, uma vez mais, o grande destaque vai, sem margem de dúvidas, para a Emma Watson (Hermione). Se em "Harry Potter e o Príncipe Misterioso" tinha mostrado bem os seus sentimentos e emoções, neste atinge um trabalho realmente notável, desde a tristeza pelo sacrifício que a sua personagem é forçada a fazer (apagando as memórias dos seus pais) e pelo abandono temporário do Ron (interpretado por Rupert Grint) até à cena de tortura nas mãos da Bellatrix (interpretada pela Helena Bonham Carter), na qual os seus gritos de desespero fizeram arrepiar cada um dos espectadores dentro da sala.
Por outro lado, Rupert Grint demonstrou que, não só domina o lado da comédia, como também sabe interpretar papéis mais sérios (no caso da briga com o Harry, a metade do filme).
Já no elenco adulto, aqueles que mais se fazem notar são Ralph Fiennes (como o temível Lorde Voldemort), Helena Bonham Carter e Alan Rickman (Snape). Infelizmente, Billy Nighy foi, para mim, uma completa desilusão: sendo o actor que é, com tal currículo, esperava muito mais dele, tendo-me apercebido de um Rufus Scrimgeour demasiado vacilante, sem a confiança que reflecte no livro...
Quanto às minhas cenas favoritas, são as seguintes:
- Obliviate:
Como já referi, a actuação da Emma aqui é realmente tocante e, em companhia dessa melodia de fundo, torna-se uma cena excepcional, dando-nos a sensação de que a saga está prestes a atingir o seu culminar.
- A Ascensão do Senhor das Trevas:
A reunião dos Devoradores da Morte (incluindo o Snape) com o Senhor das Trevas na Mansão dos Malfoy atinge aqui um elevadíssimo grau de fidelidade com a obra original, com diálogos extremamente semelhantes. Fiennes está simplesmente genial, inspirando o terror da sua personagem por todos aqueles que estão presentes na sala.
- Os 7 Potters:
Com alguns toques de comédia à mistura (durante a parte em que bebem a Poção Polissuco), a batalha frenética nos ceús e estradas de Inglaterra apanha o espectador envolvido numa perseguição que culmina com a fúria electrizante de Voldemort e com a morte da Hedwig, um dos pontos que, pessoalmente, penso que ficou melhor do que no livro, dado que aqui apresentou-se muito mais significativa, não tendo sido morta por mero acidente dentro da sua gaiola, mas enquanto defendia Harry.
- Kreacher e o Medalhão:
Admito que teria gostado de ver contada a história de R.A.B. por Kreacher, tal como no livro, mas também não desgostei do que vi.
- Infiltração no Ministério da Magia:
Esta é uma das cenas que mais me impressionou, talvez por não ter sido daquelas que mais aguardava. Tanto a banda sonora como o notável trabalho dos três actores que interpretou o trio disfarçado, que sem dúvida deve ter sido árduo pois decerto não é fácil imitar à perfeição os gestos e o modo de se movimentar das outras pessoas... Por outro lado, foi muito interessante matar saudades da Umbridge e vê-la com mais poder! O Yaxley foi igualmente uma grande surpresa, com esses violentos movimentos de varinha!
- Dança do Harry e da Hermione:
Sem dúvida, uma das minhas preferidas. Apesar de não constar no livro, esta consiste numa tentativa por parte de Harry de alegrar a sua amiga, que se encontra muito abalada pela partida do Ron... É de notar a química entre ambas as personagens, que dá a sensação de que poderia ter acontecido alguma coisa entre eles, mas, como sabem, só são amigos e o coração de cada um pertence a outra pessoa...
- Godric's Hollows:
Embora tenha gostado, adoraria que tivesse sido um bocado mais longa e tivessemos visto o Voldemort a chegar... Gostei muito do ar misterioso que a Bathilda transmitia e, ainda mais, do facto de terem mostrado, pelo menos, a antiga casa dos Potter, assim como o cemitério.
- Destruição do Medalhão:
Essa "massa" negra a sair do medalhão lembrou-me bastante à massa extaterrestre do "Homem-Aranha 3" (aquela que depois faz parte do Venom) xD Ora, se há uma cena sensual neste filme, claramente é esta, devido à visão falsa do beijo apaixonado entre Harry e Hermione, em tronco nu.
- O Conto dos Três Irmãos:
Já sabiamos que ia ser contado através de uma animação, mas mesmo assim apanhou-me completamente de surpresa. Superou as minhas expectativas.
- Mansão dos Malfoy:
Como já referi no início, a tortura que a Bellatrix realiza na pobre Hermione colocou-nos a todos numa posição algo desconfortável, tais os gritos que ouvimos e as lágrimas...
- Dobby:
Em todas as cenas que ele aparece não podemos evitar que nos coloque um sorriso na cara ("Dobby didn't mean to kill. Dobby only meant to maim or seriously injure"), a não ser, claro está, no fim, onde presenciamos a morte desta querida personagem. A muitos de nós terá aparecido uma lágrima no canto do olho, não neguem...
- Posse da Varinha de Sabugeiro:
A maior parte já tinha sido vista e revista nos trailers, mas de qualquer modo esta foi das cenas mais impactantes do filme, tendo estado aliada com uma faixa sonora muito adequada. Não consigo pensar num final melhor para a primeira parte!
Relativamente à banda sonora e à fotografia (cujo responsável é o português Eduardo Serra), considero que se encontram ambas ao mesmo nível das do sexto filme, o que, por si só, é bastante bom.
Concluindo, "Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1" é o filme que os fãs tanto desejavam: a fidelidade ao livro atinge um patamar até então inédito, fruto da divisão em dois, que, em reunião com os excelentes aspectos técnicos, fazem desta aventura o começo perfeito para o culminar desta saga que perdurou durante toda uma década nos corações de milhares de pessoas no nosso planeta.
É tão simples, tão fácil que até mete impressão, o quão convencido fico com um pensamento negativo. Ora, não é que passei uma semana inteira com os ânimos assim-assim por causa de um teste que pensava eu ter corrido mal como tudo... e tive uma nota mesmo boa!
Para quem é fã como eu, assinar esta petição é completamente obrigatório! Para quem não o é assim tanto, não custa nada fazer este pequeno favor! xD
Assinem esta petição para realizar uma convenção dedicada única e exclusivamente à saga Harry Potter em Portugal, na qual se pensa trazer (e sonhando um bocadinho mais alto) alguns dos actores do elenco...
A 24 horas de ter a confirmação em como entrei na Universidade!
Ah, a ansiedade! É quase certo que terei sido colocado na minha primeira opção, mas mesmo assim não consigo deixar de ficar intranquilo até receber esse mail com o smile azul alegre aos saltos...
Contudo, a culpa deste meu estado de espírito recai inteiramente no sonho tão esquisito e estranho que tive esta noite, no qual acontecia precisamente o contrário!
Vá, só mais 24 horas!
(Ah, e boa sorte aos visitantes que estejam a passar pelo mesmo!)
Na última edição da Empire, uma das revistas americanas mais conceituadas na área do cinema, veio, para grande prazer dos fãs do Harry Potter (como eu), um artigo de vários páginas acerca dos dois próximos e últimos filmes da saga, as duas partes de "Harry Potter e os Talismãs da Morte", que inclui várias fotografias inéditas e um excerto que tem gerado alguma polémica:
"[Emma] Watson [intérprete de Hermione] (...) percebeu que neste filme os jornalistas estão interessados apenas numa coisa: como foi beijar o Ron. "Acho que percebo. Este beijo entre Hermione e Ron é muito esperado, esta coisa tem crescido em oito filmes. E Harry Potter, não é como Crepúsculo, sabes; não estamos a vender sexo. Portanto, assim que há qualquer pequena dica disto, todos ficam bastante animados."
Por curiosidade, fui ler algumas das reacções dos fãs do Twilight nos comentários dedicados a esta notícia nos sites próprios desta outra saga, não se tendo afastado muito daquilo que eu esperava... "Sexo? Onde é que está?" ou "Ela tem é dor de cotovelo!", e outras palavras dentro do género.
Ora bem, se por um lado penso que a actriz devia ter tido talvez um pouco mais de cuidado nesta afirmação, por outro acho que não o terá dito de uma forma tão perjorativa como parece (aliás, ela já elogiou anteriormente a saga e o seu colega Robert Pattinson, que interpreta o vampiro protagonista Edward e com o qual trabalhou antes em "Harry Potter e o Cálice de Fogo").
Porém, concordo completamente com ela. Passo a explicar:
Fui dos primeiros em descobrir a saga Twilight cá em Portugal, tendo começado a ler os livros mesmo antes de se ter tornado o fenómeno que é hoje, quando ainda era desconhecido pela maioria. Aí, admito que fiquei curioso pela história e tornei-me um fã, tendo aguardado inclusive o primeiro filme. No entanto, quando o sucesso e o burburinho passou de dever-se à história para passar a ser do "belo Pattinson" e dos "sexys abdominais do Taylor Lautner" (com uma magnífica melodia de fundo ao som dos gritos das raparigas histéricas, como não podia deixar de ser), o meu gosto pela saga foi decrescendo cada vez mais. Contudo, penso que a culpa não será tanto da Stephenie Meyer (a autora, cuja ideia foi interessante, tendo dado - na altura - uma nova visão ao romance e ao sobrenatural), mas daqueles que estão por trás do marketing dos filmes.
E é aí onde estou convencido que reside a afirmação da Emma: a saga Twilight vende, de facto, sexo. Não um sexo literal e explícito, mas um sexo figurado, presente em grande parte, quer queiramos quer não, nos corpos daqueles que constituem o elenco masculino.
Estarei enganado? Veremos então se no trailer do "Amanhecer" não aparece em grande plano nenhuma personagem sem camisa a mostrar os seus peitorais, ao invés do que aconteceu nos da "Lua Nova" e nos do "Eclipse"...
Respeito a saga original, aquela que está presente nos livros, e os seus fãs (nos quais eu uma vez já me inclui), mas não posso deixar de mostrar o meu desagrado pelo rumo no qual os seus filmes se encaminharam...
Admito que não sou um grande admirador da Angelina Jolie, mas tenho de louvá-la pela sua brilhante prestação em "Salt", tal foi o esforço físico requerido (dado que, por vontade própria, fez ela mesma todas as cenas, incluindo as mais perigosas) e a cativante personagem que interpretou...
Sem dúvida, um filme que superou bastante as minhas expectativas e um dos maiores deste Verão, a par do "Inception" e do "Toy Story 3". Um argumento repleto de acção e muitas surpresas, onde as aparências iludem... Para alguns, só pecará por ter tido um fim que evidencia claramente a intenção de produzir uma (ou mais) sequelas... As quais eu, pela minha parte, espero com bom grado!
Daqui a um mês a minha vida deixará de ser o que foi até agora e irá alterar-se radicalmente. Adeus a Faro, adeus ao meu quarto, adeus vizinhos, adeus a alguns dos meus amigos, adeus ao meu pombo (sim, um pombo), adeus às minhas gatas, adeus à minha família. "Vemo-nos no próximo fim-de-semana, ou então no seguinte".