quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ora cá vos deixo o link para o blog do trabalho do meu grupo para a disciplina de Área de Projecto, intitulado "Ensino Sem Fronteiras":


Como o próprio nome indicia, o projecto visa esclarecer a população estudantil em relação ao ir estudar ao estrangeiro, nomeadamente para o Ensino Superior, pelo que pretendemos identificar não só as dificuldades sofridas durante o processo de adaptação na nova sociedade a nível das relações interpessoais, como também promover as informações necessárias para o acesso a universidades de outros países (requisitos, procedimentos a tomar…).

Quanto ao blog, foi criado com o objectivo de ser um local de informação, onde os visitantes possam tentar esclarecer as suas dúvidas, e, sobretudo, onde possam debater certos aspectos relacionados com o tema do projecto.

Sendo assim, espero as vossas opiniões!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A ler actualmente:

Acabei de ler:

Em lista de espera:

Millenium III: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (Stieg Larsson)

O Nome do Vento (Patrick Rothfuss)

Revolutionary Road (Richard Yates)

Felizmente há Luar! (Luís de Sttau Monteiro)

Violetas de Março (Philip Kerr)

Querido Caín (Ignacio García-Valiño)

O Físico (Noah Gordon)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Se ao menos tivesses o dom
De pôr de lado as meras palavras ouvidas
E somente pudesses ouvir as sílabas que são sentidas...

Se... Fica só assim.
Se...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Vi hoje pela segunda vez o novo filme do director de êxitos James Cameron, o aclamado "Avatar", que já conquistou o segundo lugar no ranking dos filmes com maior bilheteira da História do Cinema, estando prestes a ocupar o trono que (ainda) pertence a "Titanic", do mesmo director.

Não me importaria nada de revê-lo novamente.

O argumento, numa análise atenta, apresenta bastantes semelhanças a "Pocahontas" (ou então vejam esta imagem, em inglês e com spoilers), assim como momentos facilmente previsíveis pelo espectador. Contudo, a suprema beleza de Pandora, o planeta habitado pelos Na'vi e que o Homem quer agora conquistar a todo custo para satisfazer os seus desejos, facilmente deixa isso um pouco à parte, tais são os detalhes com que Cameron construiu a fauna, a flora e a cultura dos indígenas, pelo que o aplaudo de pé.

Em relação ao elenco, não posso deixar de destacar a veterana actriz Sigourney Weaver no papel da doutora Grace Augustine, uma cientista cuja grande paixão é o estudo de Pandora (e quem a pode condenar por isso?). A sua personagem é, junto com Neytiri, a minha favorita.

Quanto à canção principal do filme, "I See You", cantada por Leona Lewis, é verdadeiramente uma música que condiz realmente muito bem com o filme, mas não chega aos calcanhares de "My Heart Will Go On", de "Titanic", apesar de em vários momentos ter verificado grandes parecenças.

Por trás disto tudo, esconde-se ainda uma mensagem profunda: quão grande é a ganância e pequena a humanidade do Homem, que vive à custa dos seus interesses e pouco lhe importa os meios para o conseguir? Chegaremos a um ponto em que a Terra deixará de ser o nosso lar, tal é a destruição com a qual a inflingimos?
Certo, isto não é nada de novo. Mas que fazer se a maioria de nós, únicos seres supostamente racionais, continuamos na mesma?

"Avatar" apaixonou-me como nenhum outro filme o conseguira (excepto Harry Potter, diga-se de passagem, mas vocês já sabem a razão). Saí do cinema em êxtase pelo que acabara de viver, mas igualmente com uma sensação de pequena "tristeza" por tudo aquilo não ser real.
Enfim, recomendo-o vivamente (nem que seja para vê-lo uma só vez xD).

Nota final: 9.5/10

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Conhecem aquela dor que nos enche o coração quando vemos quem queremos nos braços de outra pessoa?
Eu conheço.

Estou ciente de que nada sou capaz de fazer (mesmo que fosse, o preço a pagar seria muito provavelmente superior) e, apesar de saber que não vale a pena sofrer com isto, sofro. Não deixo de pensar nela, nos seus lábios a beijar outros que não os meus, nas suas mãos a pousar nos ombros de outros que não os meus, no seu corpo a roçar no corpo de outrém que não eu...

Só me apetece ouvir a tristeza de baladas de amor. Quão grande é o meu masoquismo exarcerbado, o meu sentimentalismo auto-inflingente?

domingo, 3 de janeiro de 2010

A ler actualmente:
Acabei de ler:


Em lista de espera:


Millenium III: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (Stieg Larsson)


O Nome do Vento (Patrick Rothfuss)

Felizmente há Luar! (Luís de Sttau Monteiro)

Violetas de Março (Philip Kerr)

Caim (José Saramago)

La Huida (Allan Folsom)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Desejo a todos os visitantes deste blog um ano novo cheio de felicidade, saúde, paz e sucessos nas vossas vidas!

FELIZ 2010!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

"Deve-se a construção do convento de Mafra ao rei D. João V, por um voto que fez se lhe nascesse um filho, vão aqui seiscentos homens que não fizeram filho nenhum à rainha e eles é que pagam o voto, que se lixam, com perdão da anacrónica voz."

in "Memorial do Convento", José Saramago.
16. Esse foi o número, a quantidade total de livros que, em troca da possibilidade de entrar nos seus próprios mundos, conheceram a minha mesa de cabeceira durante este longo ano 2009.
Satisfeito? Bem sei que podiam ter sido mais. Todavia, sei igualmente que podiam ter sido menos...

P.S.- Estou a meio + algumas páginas na leitura do "Memorial do Convento" de Saramago e do primeiro volume d"Os Pilares da Terra" (de Ken Follet) e este principalmente está a deixar-me agarrado!

P.S.2- Já me esquecia: no passado dia 26 este blog completou o seu primeiro ano de existência, com 60 posts publicados!

P.S.3- Mudei o nome do blog.

ACTUALIZADO: Hoje, dia 31, finalizei a leitura do primeiro volume d"Os Pilares da Terra", pelo que afinal foram 17 livros!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

É verdade! Sendo eu, como talvez saibam, um grande fã da saga Harry Potter, fiquei muito contente ao ver as primeiras fotos oficiais dos (infelizmente) últimos filmes da série que, na verdade, são a adaptação cinematográfica do sétimo livro, "Harry Potter e os Talismãs da Morte", dividido em duas partes, o que, consequentemente, fará com que atinja um nível de fidelidade em relação à obra original nunca antes visto (o que decerto agradará a todos)!

Já lá vão 10 anos desde que conheci a saga e foi com ela que cresci. Muitos dirão "Cresce! HP é para crianças!", mas a verdade é que estão enganados. HP é uma história, sim, mas é uma história que influenciou muito os meus anos de adolescentes que, agora que estamos quase em Abril, estão prestes a acabar, pois faltam meros meses para entrar oficialmente na idade adulta.
Devo a esta saga , como muitos outros jovens e graúdos por este mundo fora, o meu interesse pela leitura. Antes disso, livros nem pensar! Agora, não sobrevivo sem um livro na minha mesa de cabeceira. O último livro lí-o em inglês e depois desse vieram muitos outros. E escrever... Se não fossem as páginas das obras da J.K.Rowling, provavelmente não estava agora aqui, nem sequer tinha este blog onde publicar os meus textos...
Sinto-me portanto com pena de estar quase a acabar, mas pelo menos sei que irei despedir-me dela muito grato pelos benefícios que me trouxeram.

Desejo, por último, convidar-vos a visitar o meu blog com notícias da série, o HPImagens, assim como a minha conta no DeviantArt, onde estão alguns dos meus trabalhos com Photoshop (muito simples todos eles, sejamos sinceros).

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A ler actualmente:

Em lista de espera:

Millenium III: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (Stieg Larsson)

Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne)

Felizmente há Luar! (Luís de Sttau Monteiro)

Violetas de Março (Philip Kerr)

sábado, 14 de novembro de 2009

Receio que me preenche o corpo,
os sentidos e o meu instinto;
Receio daquilo que fizeste
sem nunca mais poder voltar atrás,
do teu gesto em consciência involuntário
que alterou o que podia ter sido.

Aquilo que desejas
não vai além de uma utopia estéril.
Atreves-te ainda a perder o teu tempo
em esforçar-te a procurá-las,
as causas sem sequelas?


Recelo que me llena el cuerpo,
los sentidos y mi instinto;
Recelo de aquello que hiziste
sin nunca más poder volver atrás,
de tu gesto en consciencia involuntario
que cambió lo que podría haber sido.

Aquello que deseas
No va más alla de una utopía esteril.
¿Te atreves aún a gastar tu tiempo
en esforzarte por buscarlas,
las causas sin secuelas?

José

You don't even know the meaning of the words "I'm sorry",
You said you would love me until you die
And as far as I know you're still alive

(Não sabes sequer o significado da palavra "Desculpa",
Disseste que ias amar-me até morreres
E que eu saiba ainda estás vivo)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Acabei de ler:

A ler actualmente:

Em lista de espera:

Millenium III: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (Stieg Larsson)

Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne)

Os Pilares da Terra - Volume I (Ken Follet)

Felizmente há Luar! (Luís de Sttau Monteiro)

Violetas de Março (Philip Kerr)

domingo, 25 de outubro de 2009

Acabei ontem de ler o novo livro de Dan Brown, "The Lost Symbol", na sua versão original (isto é, em inglês) e, infelizmente, não foi nada do que estava à espera. Ao contrário dos seus outros livros, esta sua nova obra foi uma completa desilusão para mim.

Talvez por não tê-lo lido traduzido tenha deixado escapar alguns detalhes relevantes, o que poderá ter influenciado esta minha opinião, mas no geral deu-me uma sensação de que a história avançava muito, muito lentamente e de que tinha poucos enigmas de importância crucial. À excepção de uma pequena "reviravolta" no meio envolvendo a personagem principal Robert Langdon, penso que o livro não contém grandes surpresas...

Não digo, contudo, que não irei reler nunca mais este livro. Possivelmente, lerei a tradução oficial (que, já agora, é lançada no próximo dia 29), mas não para já, pelo menos não tão cedo...
Quero também recomendar-vos novamente a leitura daquele que é, na minha opinião, o melhor livro de Dan Brown e um dos melhores que alguma vez li, "Anjos e Demónios".


Ayer acabé de leerme el nuevo libro de Dan Brown, "The Lost Symbol", en su versión original (o sea, en inglés) y, infelizmente, no fue nada de lo que me esperaba. Al contrário de sus otros libros, esta nueva obra suya fue una completa desilusión para mi.

Quizás por no haberlo leido traducido haya dejado escapar algunos detalles relevantes, lo que prodrá haber influenciado mi opinión al respecto, pero en general me dió la sensación de que la história avanzaba muy, muy lentamente y que tenia pocos enigmas de importancia crucial. Con excepción de un pequeño "giro" en la mitad envolviendo al protagonista Robert Langdon, pienso que el libro no contiene grandes sorpresas...

Pero con esto no quiero decir que nunca más iré a releer este libro. Posiblemente, me leeré la traducción oficial (que, para que lo sepáis, sale el próximo dia 29), pero no ahora, por lo menos no tan pronto...

Quiero también aconsejaros una vez más la lectura de aquel que es, en mi opinión, el mejor libro de Dan Brown y uno de los mejores que me he leido, "Angeles y Demónios".

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Num plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado
- Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece

Raia-lhe a farda o sangue
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos

Tão jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho unico, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe».

Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve
Dera-lhe a mãe.
Está inteira.
É boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.

De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.

Lá longe, em casa, há a prece:
"Que volte cedo, e bem!"
(Malhas que o Império tece")
Jaz morto, e apodrece,
O menino de sua mãe.

Fernando Pessoa

domingo, 18 de outubro de 2009



O período de rotação do segundo planeta do Sistema Solar, Vénus, é maior que o de translação. Isso significa que um dia é maior do que um ano nesse planeta!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Acabei de ler:

A ler actualmente:

Em lista de espera:

Millenium III: A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (Stieg Larsson)

Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne)

Os Pilares da Terra - Volume I (Ken Follet)

Memorial do Convento (José Saramago)

Felizmente há Luar! (Luís de Sttau Monteiro)

Violetas de Março (Philip Kerr)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Viera da minha casa ao pé do rio e caminhava em direcção à tenda de farrapos velhos onde nos alimentavam, onde nos davam de comer. Contudo, a meio do caminho, num extenso descampado sem relva e acastanhado, a visão de dois gigantescos tanques de guerra ao longe ocupou as pupilas dos meus olhos e o som dos seus explosivos esmagaram os meus ouvidos, levantando o pó sujo com as suas ferozes rodas, envoltos numa nuvem sombria. Vinham para destruir a aldeia, a minha aldeia, armados contra pobres indefensos, preparados para destruir a sangue frio vidas inocentes.

Não tive opção, não tinha por onde escolher. Correr. Fugir. Sair desse sítio. Ir para outro lugar, quanto mais longínquo melhor. Era a única solução possível, a única forma de sobrevivência.

Na minha memória permanece o medo e a revolta sentida naquele dia de há um ano atrás. No entanto, recordo hoje com a mesma intensidade a coragem neste peito de criança que não me fez ficar parado, observando a destruição e a morte do Homem pelo próprio Homem.

Tudo mudou naquele momento, incluindo eu mesmo. O miúdo que outrora eu fora, feliz e inocente, tornara-se desconfiado e ausente em alegria. Deixara de ser uma criança e tornara-se um homem de palmo e meio. Ficara abandonado no mundo à minha própria sorte.


José

terça-feira, 22 de setembro de 2009


O mestre do suspense no Cinema Alfred Hitchcock pagou 11 mil dólares pelos direitos do livro de Robert Bloch para ser adaptado no seu filme "Psycho"... e depois comprou todas as cópias disponíveis no mercado para que ninguém soubesse o final!

domingo, 20 de setembro de 2009

"As pessoas têm sempre segredos. É uma questão de os descobrir."

Se deram uma vista de olhos à minha Lista de Livros de Setembro, devem ter reparado que li recentemente o primeiro volume da trilogia policial escrita pelo falecido sueco Stieg Larsson, "Millenium I: Os Homens que Odeiam as Mulheres".

Achei-o de uma qualidade enorme, tão bom como os da autoria da Agatha Christie. Para ficarem com uma ideia, li a segunda metade do livro em apenas uma tarde! É muito difícil largá-lo quando te aproximas do final pois não consegues vencer a ansiedade por saber o que irá acontecer a seguir.

A obra tem vários pontos fortes dos quais destaco os seguintes:
- A protagonista não a mulher típica de classe média-alta, com os estudos universitários completos e que se veste formalmente no trabalho. É o extremo oposto. Lisbeth Salander tem o corpo rodeado de tatuagens e piercings e é uma hacker profissional dotada de uma inteligência extrema para ligar entre si os factos.
- A maior parte dos eventos descritos no livro (mesmo aqueles que não parecem importantes no princípio) são de grande relevância no final.
- Retrata bem a realidade de algumas mulheres na Suécia de uma forma nua e crua.

"Os Homens que Odeiam as Mulheres" teve um sucesso tão grande mundialmente que não é de estranhar que tenha sido adaptado para o grande ecrã. Este chega para as salas de cinema portuguesas já nesta próxima quinta-feira, dia 24 de Setembro. Oxalá seja tão bom.

Para os interessados, eis a sinopse do livro e o trailer do filme:

"O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennestrom e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millenium.
Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer.
Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção.
Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar."



quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Eis um texto argumentativo escrito por mim há quase um ano para a disciplina de Português, onde ponho à vista de todos o meu ponto de vista acerca das touradas:

Caros amigos,

estamos hoje aqui reunidos em manifesto contra uma prática da nossa sociedade à qual alguns chamam de arte. Estamos hoje aqui contra aquilo que, aos nossos olhos, não passa de um filme real de puro sofrimento e humilhação que acaba sempre com a vida do co-protagonista de forma indignante e cruel cada vez que é exibido. Estamos hoje aqui em manifesto contra esses horríveis espectáculos que dão pelo nome de touradas.

Em primeiro lugar, tentemos cada um de nós encontrar uma resposta verdadeiramente válida para tais actos. É uma tentativa em vão... Teremos, por acaso, regressado ao tempo dos coliseus romanos? É o que parece se compararmos o que se passava então com a situação actual. É esta a evolução da qual o Homem tanto se orgulha?

É uma verdade universal que o Homem é o único ser vivo racional, não é possível negá-lo. Contudo, isso não o torna o único a ter emoções, apenas lhe confere o poder da liberdade nas suas opções. Ora, que opções tem o touro? Que opções tem o touro se é um escravo da plateia que anseia por sangue na arena da praça? Tem outra escolha além de deixar-se mutilar até ao limite da sua dor, até deixar escapar o último bafo de ar dos seus pulmões e, finalmente, poder aceder ao "prémio" do descanso eterno?

No entanto, não são só condenáveis aqueles que praticam as touradas, senão também aqueles que apoiam, promovem e presumem delas, desde os cidadãos comuns até a certos elementos das autoridades. Com efeito, neste aspecto, estes últimos não cumprem o seu dever, uma vez que é evidente que nada fazem para que sejam obedecidos os vários artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, redigida no ano de 1978 pela UNESCO, a saber os seguintes excertos:

"Artigo 2: Nenhum animal será sujeito a maus tratos nem a actos cruéis;

Artigo 3: Se for necessária a morte de um animal, esta deve ser instantânea, indolora e não geradora de angústia".

Caros amigos, está na hora!
Está na hora de alterar a história deste filme!
Está na hora de acabar com as touradas!
Está na hora de, finalmente, libertar o touro!


José,
27 de Novembro de 2008

terça-feira, 1 de setembro de 2009

As férias estão quase a acabar... Este Verão passou tão rápido!

É já no dia 15 de Setembro que sai em inglês o novo livro do autor d"O Código Da Vinci", Dan Brown, "The Lost Symbol"... Já fiz a reserva e tudo!

Acabei de ler:

A ler actualmente:

Em lista de espera:
Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne)
The Lost Symbol (Dan Brown)
Millenium II: A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo (Stieg Larsson)

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